| Tu, que vens de Cuba, não viste Capablanca? |
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Postado em Thu 11 Jun 2009
por muniz555
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Frank Mayer Enxadrista de origem alemã, residente em Barcelona. Catalunha, Espanha
Anotações suplementares:
Possivelmente a homenagem a Capablanca não foi refletida em toda sua importância no “relatório da visita anterior”:
José Raúl Capablanca é o brilhantismo e a glória de Cuba.
• 19 de novembro 1888, Havana, Cuba
• † 8 de março 1942 em Nova Iorque
Campeão Mundial de Xadrez de 1921 a 1927.
José R. Capablanca perdeu somente 36 partidas de um total de 567 em toda sua carreira como jogador de xadrez e atingiu um Elo histórico de 2.877 em maio de 1921.
Em seu túmulo, reza o seguinte epitáfio:
“Aqui jaz Capablanca, nem desvanecido pelos aplausos universais, nem cego pela luz de seu gênio.”
A seguir um fragmento do Poema de Guillen:
¿Qué sé yo de ajedrez? Nunca moví un alfil, un peón. Tengo los ojos ciegos para el álgebra, los caracteres griegos y ese tablero filosófico donde cada figura es una interrogación. Pero recuerdo a Capablanca, me lo recuerdan. En los caminos me saltan voces con lanzas. - Tú, que vienes de Cuba, ¿no has visto a Capablanca? (Yo respondo que Cuba se hunde en los ríos como un cocodrilo verde.) - Tú, que vienes de Cuba, ¿cómo era Capablanca? (Yo respondo que Cuba vuela en la tarde como una paloma triste.) - Tú, que vienes de Cuba, ¿no vendrá Capablanca? (Yo respondo que Cuba suena en la noche como una guitarra sola.) - Tú, que vienes de Cuba, ¿dónde está Capablanca? (Yo respondo que Cuba es una lágrima.)
Informação recente:
Um estudo realizado por dois especialistas em computação e amantes do xadrez utilizando diversos métodos chegou à conclusão de que o melhor enxadrista de todos os tempos é o genial cubano.
As análises falam uma linguagem muito clara, com o qual acreditam que José Raúl Capablanca se encontra sempre em primeiro lugar nas modalidades mais importantes como segue:
Computer Analysis of World Chess ChampionsBy Matej Guid and Ivan Bratko da Universidade Ljubljana (Eslovênia) (publicado por Chessbase)   
Capa da Revista TIME. 7 de dezembro de 1925.
Por Por Frank Mayer – revisado por Antón Busto Sitges (Barcelona), junho de 2009
Fonte consultada: Viva, Internet
Publicado originalmente no site TablaDeFlandes.com.
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